quinta-feira, 26 de julho de 2007


Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor. É, tem momentos na vida que o orgulho toma conta do coração e da alma da nação brasileira, que canta com todo o furor e vontade o quão é bom morar nesse país, defender o verde-amarelo da nossa flâmula. Momentos marcados por choro e lágrimas: de alegria, de conquistas, de superação. Momentos de Thiagos Pereira, de Gibas, de Janetes, de Hugos Hoyama. Momentos pan-americanos de ouro, de prata e de bronze. De uma nação que se pinta, se enfeita para receber atletas de todas as partes da América, que os saúda lindamente, os oferece conforto, aconchego, que os aplaude e principalmente se mostra superior e forte para quem quiser ver.

Porém, ao mesmo tempo em que sinto orgulho, eu sinto vergonha, raiva, ódio, e repúdio. Podem os senhores me perguntar o porquê disto. Realmente como pode isso? Em tempos onde o que se deveria ver e ouvir é somente o choro de alegria, o que se ouve ao fundo, são choros e lágrimas de agonia, de dor dilacerante da perda, da angústia com o descaso e do desesperador lavar de mãos de nossos governantes.

Na noite do dia 17 de Julho, os gritos de incentivos da programação dos meios de comunicação que transmitiam o PAN RIO 2007, foram substituídos por gritos de dor de famílias que perderam entes queridos no acidente aéreo com o AIR-bus da TAM. O vôo 3054 trazia 187 homens, mulheres e crianças, cheios de vida, de histórias, de esperanças e sonhos; assim como os Thiagos, Gibas, Janetes e Hugos, que viveram fortes emoções no PAN.

Caos aéreo? Pista molhada? Problemas no reverso? Falta das ranhuras na pista? Falha humana? Certamente, o pior desastre da aviação brasileira, traz a seguinte questão: não temos um só culpado. Desculpem-me leitores, autoridades, políticos e principalmente os profissionais da aviação que encontrarão uma causa que será o BODE ESPIATÓRIO do descaso para com a população brasileira nesse setor, mas a tragédia anunciada não pode simplesmente aceitar um culpado e cruzar os braços. Sim, cruzar os braços! O protesto feito no Aeroporto Salgado Filho pelos parentes das vítimas, foi para demonstrar ao mundo a postura dos nossos governantes com o caso.

Agora é muito fácil falar que o asfalto não estava seco para a aplicação das ranhuras, que o do coitado piloto errou ao tentar arremeter, ou não ter freiado, ou seja lá qual for a postura que ele adotou no momento. É muito fácil por a culpa em alguém ou em alguma coisa, agora é muito difícil a consciência de que tudo anda mal e ninguém faz nada.

Quantos mais precisarão morrer? Cerca de 99 com o Fokker 100 da TAM, 154 no acidente da GOL no ano passado, quase 200 neste. Quantas vidas mais serão seifadas, histórias de famílias dilaceradas para que se tome uma providência? E eu não falo só no problema do caos aéreo, da alta demanda de atendimento dos aeroportos brasileiros, mas eu acrescento o problema da fome, de pessoas que morrem na fila de hospitais, vítimas da violência de gang´s, do tráfico de drogas, do frio nas ruas, de sede, enfim, dos muitos problemas que afligem nosso país.

É lindo ver o esporte, ver as vitórias, a glória; além de lindo é muito importante, porque talvez seja nesses poucos momentos é que se tem a satisfação de exibir o Ordem e Progresso; mas o que não pode mais uma vez é fechar os olhos. Será que os responsáveis já tinham esquecido das vidas perdidas no acidente da GOL, da Chacina da Candelária, o menino João Hélio? É impressionante que seja preciso acontecer mais e mais barbáries para acordar governantes e autoridades que parecem hibernar nas cadeiras estofadas de seus gabinetes com cafezinho quente e ar condicionado. Até quando teremos que conviver com isso, com essa onde de orgulho e ódio de viver em um país?!

Desculpem, mas eu não consigo fazer como a ministra Marta Suplicy, simplesmente “Relaxa e Goza”. Eu quero a vida melhor no futuro, eu quero esperança e dignidade para os meus netos, porque pelo que vejo para meus filhos isso já está impossível. Brasil: tu que és a nação com a melhor campanha nos Jogos Pan-Americanos em 2007, que até agora ganhou 30 medalhas de ouro, você merece muito mais! Merece ser brindada com alegria, com ouro, com progresso e com consciência e não merece o seu povo chorar lágrimas de desgosto e revolta.
O que devemos fazer como cidadãos? Não se calar! Políticos, pelo amor de deus, não tapem os olhos mais uma vez! E Povo Brasileiro não esqueça, jamais, mais essa atrocidade com nossas famílias, deixem fresco na memória o quanto a dói, principalmente no momento em que nos aproximamos das urnas. Ano que vem, nas campanhas políticas, na hora de pedir voto, todos lembrarão do que o outro não fez, coisas que nós nunca esqueceremos.
Consciência!
bye beibes!

sábado, 21 de julho de 2007


Amar. O verbo “amar” em persa, tem o mesmo significado que a expressão “ser amigo”, então dizer “eu te amo” a uma pessoa é o mesmo que dizer “te considero um amigo”. Vários poetas, escritores, músicos, letristas se propuseram a falar das peripécias do amor do sentimento que aquece o coração dos amigos e com certeza cada um que aventurou nessa missão conseguiu traduzir o seu sentimento.

Mas para você caro amigo leitor... O que é o amor? O que é a amizade? Quem você considera seu amigo? Amigos para mim são gotas de perfume. Cada tem uma essência especial, nos remetem a uma lembrança, um sentimento, um momento em determinada fase da vida.

O odor do perfume ao penetrar nas narinas, atua diretamente no sistema límbico do cérebro; que responsável pela memória, ativa sentimentos e emoções, assim são as pessoas amigas que passam por nossas vidas.

Algumas fragrâncias nos acompanham por toda a vida desde que nascemos, já estão impregnadas em nosso corpo, nas nossas roupas e por estarem junto conosco todos os dias, às vezes não damos o verdadeiro valor a esses seres. De sentirmos o seu cheiro todos os dias, nos parecem tão comuns que qualquer outra essência nova nos faz achá-los menos especiais, mas nem queira experimentar ficar um só dia sem sentir exalando no ar, o perfume que difunde da sua família.

O tom amadeirado e prudente que vem do pai; o tom floral, adocicado cheio de ternura trazido pelo coração da mãe, os odores cítricos, ativos e cheios de energia que transmitem seus irmãos, sem essas essências o mundo fica sem cor, sem graça, sem aroma. Contudo ao longo da vida sentimos pessoas que trazem nas mãos lavandas suaves; âmbar e o frescor da baunilha; os inconfundíveis florais, sejam eles: amadeirados, aldeídicos ou frutais, cada um trazendo um aroma diferente, um sentimento diferente, um carinho e um sorriso, não importando se em grande quantidade, onde nos agraciam com seu sempre presente cheiro em nossas vidas ou aqueles que deixaram somente algumas gotas em nossas mãos e seguiram seu caminho, mas que de nenhuma maneira são menos especiais e se mostram impossíveis de esquecer ou tirar do coração.

A todas as fragrâncias que passaram, estão presentes e ainda brindarão meu olfato com seu perfume, um Feliz 20 de Julho – Dia do Amigo, nada melhor que perfume para comemorar a dádiva de ter alguém em quem confiar, com quem contar e extravasar o amor do coração.
bye beibes

domingo, 10 de junho de 2007


“Eu te quero tanto, tanto que nem sei dizer, e a felicidade pra mim, é nunca perder você”. Quem é que não se encantaria com alguns versos românticos como esses? Certamente, não são somente as letras enamoradas do KLB, Fábio Jr ou Roupa Nova tocando o dia inteiro nas rádios; mas as vitrines com corações; junto com as floriculturas derramando rosas vermelhas; os restaurantes e seus jantares a luz de velas; as revistas trazendo diversos discursos e reflexões e até o inverno com seu aconchego típico: tudo exala o amor e a paixão.
- Blá, blá, blá. Mais uma data em que quem comemora verdadeiramente é o comércio. – Essa pode ser a definição do Dia dos Namorados para os anti-românticos e alguns solteiros rabugentos, não para mim e a maioria dos mortais que possuem um coração que acredita na força que move a vida. Tá. Alguns que me conheçam pelas estradas da vida podem até achar que estou apelando para a demagogia, pois adoro fazer piadas sem graça, (não sei contar piadas meeesmo), sobre o meu estado e o estado civil solteiro “estável” da Geração Anos 80; entretanto, me vejo bem consciente com a realidade, bem resolvida com meus sentimentos e nem por isso deixo de ser extremamente romântica.
Pergunto-lhes: por um acaso a atual “Geração Funk e Pancadão” sabe o significado dos verbos flertar e paquerar? Muitos ouviram tais palavras nas deliciosas narrações de nossos pais e avós de como era a iniciação amorosa na sua juventude: os bailes, a troca de olhares ou mesmo o esbarrar das mãos. Reações que despertavam emoções e atiçavam desejos, mas antes de quaisquer manifestações das sensações vinham as tradições. É cara, os tempos eram outros.
Eu, você escutando histórias dos namoros de 50, 60 e 70, podemos achar estranho o modo de abordagem utilizado: cheio de cautela, magia e mistério, e com isso até dar boas gargalhadas se tentarmos testar aquelas táticas em um possível flerte atualmente. Concordo, as coisas estão mais rápidas e avançadas, mas eram destas maneiras que se percebia o sentimento de carinho e querer de uma pessoa para outra naqueles tempos, nem tão remotos assim.
E é por isso, que eu adoro o Dia dos Namorados: DEMONSTRAR AFETO! Saber que você é querido faz bem pro coração e para a alma. Na mecânica do dia a dia, um bom dia mais caloroso, um elogio a alguém é tão extraordinário e escasso que é preciso uma preocupação para que não entrem em extinção. Dizer que gosta, presentear, enfim; um dia especial em que se comemore o amor é indispensável! E não precisa ser namorado ou casado: uma rosa colhida no jardim para sua melhor amiga, uma jóia cara para sua companheira, um cartão a próprio punho para seu pai, uma serenata para seus colegas, um email com uma canção para seu amor platônico, enfim... vale qualquer coisa para surpreender quem se gosta!
Bye Beibes!

sábado, 2 de junho de 2007




Penso logo, sou famoso e ganho dinheiro. Continuando o raciocínio de semanas anteriores, (que para minha alegria rendeu algumas apreciações), apresento-vos outra versão da frase descartiana. Bem, sei que não devo generalizar, mas exercitar a massa encefálica pode trazer grandes benefícios monetários. Sábado passado tivemos a grande final do quadro Soletrando, apresentado no Caldeirão do Huck da Rede Globo. A tal brincadeira de soletrar virou febre e eu que já tinha uma gramática em forma de irmã dentro de casa, pude aperfeiçoar ainda mais meu dicionário ortográfico e refletir profundamente sobre: o prazer de CONHECER.
Em meio a tantos programas chatos da televisão brasileira, que só nos fazem regredir mentalmente, o quadro trouxe como “juízes”: o escritor e músico Tony Belloto e o Professor Sérgio Nogueira Duarte da Silva, formado em Letras pela UFRGS e Mestre pela PUC-RJ, além de instrutor e consultor de língua portuguesa do jornalismo da TV Globo, jornais "O Globo", "Extra" e "Expresso", e da Globo.com; que além de ensinar vários macetes e dicas para saber escrever e compreender os mistérios da língua portuguesa, resgataram a importância do conhecer e do aprender constantemente.
Fiquei extremamente emocionada com o fechamento do quadro, que sagrou o menino Aurélio Sampaio de Goiás como campeão. O pequeno notável, (que espero eu, vire ídolo entre os adolescentes), além de receber troféu, diploma de Campeão Brasileiro de Soletração, um cheque de R$ 100 000,00 para ser investido em seus estudos; abocanhou nada mais, nada menos que um Fardão Oficial da Academia Brasileira de Letras: sim, a vestimenta oficial dos Imortais. Chorei de emoção e morri de inveja. Quem preza a leitura, conhecimento, e mais, acredita na evolução da nossa caótica sociedade, ver um menino receber uma honraria da Academia foi memorável: foi ver brilhar a esperança na escuridão.
Lembro, novamente de Descartes, o iniciante pensador que através de sua já ultrapassada filosofia mecanicista fez brotar novos “seres pensantes”. Na época suas idéias foram criticadas, mais tarde aclamadas, hoje superadas; porém, tenho certeza que se Descartes estivesse vivo, sentiria orgulho e satisfação do dever cumprido. Sua fome de conhecimento inspiraram muitos e é isso que fez e faz que mais talentos existam e que mentes brilhantes se destaquem: a vontade de aprender e revolucionar. Admiro a audácia de alguns que não tem receio de parecer diferente em meio à taxativa sociedade, que impõe modismos e costumes. Principalmente, aqueles que abraçam a causa do conhecimento e não se reprimem por isso: não se sentem inferiores por escolherem a companhia de um livro ao invés de um resumo na Internet; orgulham-se de herdar e saber reconhecer a importância da coletânea dos Beatles e do Abba guardada pelos dos pais, ao invés do cd do Mc Leozinho: top nas paradas; que não se envergonham ter aprendido com o avô a tocar gaita e que sabem viajar ao som de Mozart: são os diferentes que fazem a diferença: destroem e reconstroem novos padrões e expectativas.
Precisamos evoluir rapidamente, quebrar estereótipos, mudar conceitos, reinventar regras. Bem disse o sábio e reverenciado Einstein: “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Entretanto, diante de alguns fatos quero acreditar que tempos de apatia estão acabando e que veremos num futuro breve, pessoas conscientes e amantes do conhecimento e sem medo do novo, seja ele: uma regra gramatical, uma palavra difícil de se soletrar, uma receita nova de bolo, uma fórmula avançada de física, uma piada sem graça ou um solo de guitarra. É difícil, é! E pode ser que não fiquemos milionários e nem ganhemos fardões de imortais, mas aprender e conhecer é necessário, saudável, não engorda e é preciso. Portanto: PENSO, logo EVOLUO.
Bye Beibes!

quarta-feira, 30 de maio de 2007

“Entre borrachas e apontadores, mora o meu grande amor, colei seu nome, com várias cores no livro que ela me emprestou”. Trem da Alegria. Saudade? Para as crianças dos anos 80, o tempo voltou como em um mini flash-back. TEMPO. Não vivi muito tempo, mas o suficiente para sentir saudades. Saudades do choro, do riso, da bagunça, do morango com leite condensado. Saudades do tempo em que a Xuxa era a Rainha e que sonhava em ser paquita. Tempo de criança inocente, que acreditava em Papai Noel e Fada do Dente. De ler gibi e clássicos infantis, onde era capaz de inventar e reinventar histórias e todas elas com finais felizes; de acreditar na paixão de ascender os olhos e estalar o coração.
Saudades da escola, dos sermões na diretoria, das aulas perdidas tocando violão no corredor, do lixo na cabeça da professora, das feiras de ciências, dos colegas que se foram ao longo do tempo. Dos amigos reunidos assistindo o Chaves, dançando como chiquitita ou imitando Sandy e Junior. Do sonho de ser artista de tv, de caçar vaga-lume com os primos até a noite, correr de pé no chão, sentir o cheiro da terra, sabe!

Saudades de coisas que doeram: dos tombos de bicicleta, da primeira nota baixa. Saudades de coisas que mexeram: um oi mal pronunciado, o sorriso de canto dado, daquele abraço desajeitado. Saudades de momentos inesquecíveis: o trote na universidade, o desfile de caipirinha, da formatura na Pré-Escola, da música preferida que tocou as três da manhã na rádio, das duas horas ao telefone com a amiga.
Saudades também, de coisas que não vivi: do 100 que não tirei, da canção que não cantei, do vinho que não bebi, da boca que não beijei, da risada que calei, do te amo que não disse, da lágrima que não deixei cair, do momento que se perdi, da vida que passou, do sonho que esqueci.


O tempo passa e os sentimentos vêm e vão, mas fica sempre no peito uma suave sensação, pelo que se fez e pelo que se perdeu. Vivemos “noiados” em busca de um nada: um final de semana ideal: que choveu, o carro do ano: que não era tão bom assim, o corpo perfeito: que deixou mal de saúde. E buscando o tal do nada, que nunca nos contenta, é que perdemos o tudo; perdemos de aproveitar o máximo de cada etapa de nossas vidas, e momentos que pareciam ser tão insignificantes se tornam majestosos. Crescemos e perdemos a pureza da criança, a vitalidade do adolescente, a irreverência dos jovens; ficamos mergulhados entre problemas, responsabilidades e rugas, típicas de adultos. Felizes aqueles que crescem e mantém vivo o espírito do Peter Pan em seu coração.
Às vezes penso que me perdi ao longo do tempo, entretanto, ainda me lambuzo com a massa do bolo, afago o gatinho no tapete, adoro de Sandy e Junior e sonho em ser entrevistada pelo Jô. Ando com cabelos trançados, com um pirulito na boca. Posso não caçar mais vaga-lumes, nem acreditar nos contos de fadas e no sapo que vira príncipe. Posso ter trocado os filmes de amor por documentários de Ecologia, a lasanha pela salada, o gibi pelo artigo em inglês, a coca-cola pelo chá, o lápis de cor pela caneta, mas nem assim eu posso dizer que me arrependa de algo.

Por que será que a gente tem que virar gente grande, né? Quando somos crianças conservamos a dádiva de viver sem compromisso, de cantar junto com a música, de imaginar, de voar, de sonhar. E viramos adultos, engolimos a realidade e perdemos os nossos sonhos. Achamos que eram besteiras infantis e que concretizá-los é bobagem; os congelamos na memória e dentro do baú da alma. E de repente num estalo de arrependimento, queremos descongelá-los, aquecê-los, para vivê-los novamente e resgatar tudo que se foi. Hoje entendo, não é preciso se arrepender ou martirizar pelo que se fez ou se perdeu. É passado, como o nome mesmo diz: passado, já foi.
Lembrem Senhores: nunca é tarde demais, e se pensarem assim, no futuro só restará no peito, uma razão que afogará o coração. Eu cresci e sou maior que a cama, mas durmo com o ursinho de pelúcia; ainda vou morar num castelo e ter meu mordomo trilíngue. Perdi de distribuir muitos sorrisos, de chorar muitas decepções, mas quero viver plenamente todos os dias. Quero conhecer a Monalisa, andar pelas ruas de Veneza, fazer mais uma faculdade, adormecer no colo de minha mãe, escrever um livro, ter uma filha. Quero sentir saudade de tudo isso. Afinal, sentir saudades não é ruim ou triste, nem pelo que se viveu ou perdeu. Sentir saudade é acreditar que se pode fazer do hoje mais saudável, um amanhã mais feliz. Saudade é aquilo que você sentiu quando leu essas linhas e o que chorei quando escrevi.


BYE, beibes!