terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Rinite...

Estava com rinite, mas tomei um remédio tão forte que curou.
Imunidade completa e nunca mais.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Feliz Aniversário, obrigada!


Pois é mané, mais um 17 de Janeiro. E ao contrário de todos os outros anos de minha vida, neste eu resolvi comemorar, porque francamente, eu TENHO o que comemorar.
A já conhecida depressao natural das férias ou o também chamado período de inferno astral de todo o capricorniano, está na área e evidentemente ele deveria abater-se sobre mim, fortemente neste dia, mas como diz Cássia Eller: "tá tudo assim tao diferente...", e por estar mesmo é que eu estou assim, diga-se de passagem, muito feliz.
Hoje, 25 anos de uma vida muito bem vivida e cada dia mais gostosa de se aproveitar e como demora para cair a ficha de que temos tudo ao nosso alcance. Tá que hoje, terminando uma pós graduaçao e minha segunda faculdade, com empregos maravilhosos e com mil planos fervilhando na cabeça as coisas estao muito melhores do que em todos os meus anos anteriores, mas isso foi fruto de todos estes anos anteriores, bem vividos e consciente de tudo que se fez.

É GENTE, para a tristeza nao existe mais espaço, nem para os arrependimentos, nem para as dúvidas, eu sei que há tempos eu venho falando nisso, mas hoje, mais do que nunca eu acredito que o tempo nos prepara para as grandes mudanças em nossas vidas.

Me sinto tao feliz, tao plena, tao realizada que nao encontro mais motivos para nao esbanjar isso a todos, por isso comemorar um aniversário é bem mais GOSTOSO!

As 25 velhinhas de aniversário serao apagadas com muitooooo prazer e alegria!

FELIZ ANIVERSÁRIO PARA MIM!

Afinal, eu mereço!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Eram férias...


Eram férias. Enfim, tudo o que ela mais queria. Paz, sossego, tranquilidade. O sol, os passarinhos cantando, a brisa boa do verão. Era tudo aquilo que era mais queria. Tempo para não fazer nada, tempo para dormir, tempo para ver o tempo passar.
Era, mas não era. Como assim? Em meio à turbulência das mil tarefas diárias em período de trabalho, o tempo do trabalho, da faculdade, da pós, das tarefas pessoas e comunitárias nas se envolvia, ela desejava fervorosamente aquela calma, aquela paz. Todavia, agora que ela tinha aquela paz, ela queria novamente a turbulência.
É, mas não aquela turbulência por motivo do trabalho, da correria, dos afazeres; ela queria aquela turbulência justamente para poder fugir da paz. Fugir da paz, fugir do silêncio, fugir dela mesmo.
Dizem que é quando estamos sós e que conseguimos olhar para dentro de nós mesmos e ver onde é que aperta o sapato. Quando estamos sós, conseguimos ver aquilo que nos aflige, aquilo que nos perturba e que deixamos de lado por não termos tempo de olhar durante nossa conturbada vida corrida.
Eram férias e ela buscava algo pra fazer. Não tinha saco para ler as mesmas revistas de sempre que traziam as mesmas matérias de sempre e que já não faziam mais sentido nenhum para sua vida. Não tinha ânimo para pegar um livro com medo de ser um daqueles de auto ajuda ou cheio de mensagens intrínsecas que mexeriam com seu ego.
Já não queria mais passar horas em frente à televisão assistindo uma porção daqueles filmes adocicados que a fariam sonhar um futuro não existente. Não queria conversar, não queria ouvir música, tocar violão, nem dormir.
Queria algo, mas não sabia o que. Passava horas da noite acordada, pensando em como seria o seu ano, em todas as tarefas que terá a fazer. Passava horas pensando nos projetos a elaborar, nas provas a fazer, no vestido de formatura e no dia da despedida.
Enquanto pensava seus dias de férias iam passando e aquela paz que ela buscava, era ocupada por dias vazios, cheios de nada, os quais ela não queria olhar pra trás e nem para si mesma. Prometera que não iria fazer aquelas retrospectivas para ver o que deu errado, mas sabia que no fundo, era isso que deveria fazer.
Eram férias e ela queria aproveitar e foi isso que ela fez. Reuni-se com as amigas e deixou as preocupações de lado, riu da vida, da novela, dos micos da festa do dia anterior. Programaram o final de semana e combinaram que seria muito divertido. E assim foi.
Eram férias e ela não quis se preocupar, pelo menos não agora.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...






Para começar o meu 2011, inicio com o pé direito, parafraseando, já no título, um dos mais geniais poetas que este mundo já pode conhecer: Luis Vaz de Camões. Português de Lisboa, tornou-se o mais completo poeta e escritor da sua época e mesmo de toda a literatura portuguesa e, assim, ficou conhecido por ter abordado uma amplitude de temas, por ter feito uso de quase todos os gêneros poéticos e por ter excelente domínio da língua portuguesa.
Conhecendo sua obra é evidente perceber que todas as mudanças pelas quais passou, foram fruto de seu amadurecimento e do seu acumular de conhecimento e de experiências, o que fizeram dele, esta importante figura da literatura mundial. O que se percebe em um de seus sonetos mais conhecidos: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se o ser, muda-se a confiança; todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades”.
Enfim, todos somos compostos de mudanças e devemos tomá-las sempre como um melhoramento do ser. Nem todas as mudanças são fruto de nossa vontade, por isso devemos admiti-las e absorvê-las, pois vem para o nosso amadurecimento e crescimento pessoal, profissional e intelectual.
Percebi isto quando, em uma manhã destas, tomei em mãos várias revistas as quais, antigamente, satisfaziam minha sede de leitura, e as tais mudanças tornaram-se mais visíveis ainda. Percebi que aquilo não me atraia mais, nem as matérias, nem as cores, nem as fotos, nem ao menos a fiel leitura do horóscopo. Mais um Janeiro e mais mudanças, conclui.
É, nem o mais resistente e conservador possível de preceitos, pode afirmar que jamais mudou de ideia, de opinião, de gostos. Os tempos mudam e a evolução e as mudanças são inevitáveis. Inevitáveis e indispensáveis, por várias ou por nenhuma razão simplesmente por aquilo não se encaixar em nossas vidas.
O tal pretinho básico e misterioso pode ser trocado pelo suave e calmo branco. A cerveja pode perder lugar para o suco natural. A barulhenta internet sai de cena e entra a calma de um livro. Os esquerdistas podem querer ficar ao lado do governo, quem falava demais pode preferir as poucas palavras e quem era gaúcho tem liberdade para querer tornar-se carioca. São coisas da vida e do tempo, porém toda mudança requer riscos.
Por isso, embalada pela introspecção do Janeiro e determinada a correr novos riscos, mais uma vez mudo e as mudanças serão percebidas também nas páginas deste periódico, a partir da semana que vem. Mudaram-se os tempos e também as vontades, agora mais curta e grossa.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Em 2011...


... all you need is LOVE!

http://www.youtube.com/watch?v=-5DYqs8Cjgo

É, isso mesmo.
Não estou louca, surtada (sempre fui).
Não bati a cabeça, tão pouco estou bêbada (apesar de ter acabado de tomar uma Ice.
Mas eu precisava vir aqui, para deixar esta mensagem a quem for ler o blog, com os meus sinceros e cordiais desejos para 2011.
Eu falei, em um post passado, inclusive que foi publicado na Liberal, que não ia fazer retrospectiva alguma de 2010, que não ia fazer pedidos para 2011 e que ia de uma vez,
deixar rolar de vez.
E é isso que eu realmente vou fazer, deixar rolar, me desprender e abstrair de vez.
Cada ano que passa eu percebo que eu mudo alguma coisa e coisas que eu sempre desejei mudar, parecem que só agora realmente deixarão de ser anseios para se tornarem realidade.
E não por que agora eu resolvi tomar peito e seguir em frente com os propósitos, pois continuo afirmando que não me programei para nada em 2011, mas simplesmente eu sinto que elas acontecerão porque chegou o tempo delas.
Clichê isso, o tempo é o senhor do destino, o tempo sabe o tempo certo de acontecer, mas eu acredito que não seja somente o tempo, mas o tempo aliado com MUITO AMOR.
E quando eu falo em amor, não queriam achar, que eu estou apaixonada por algum novo par de olhos verdes ou castanhos ou azuis sei lá, mas falo em estar enamorada, pois amor é mais do que paixão, pelo viver, pelas conquistas, por mim mesma.
Muitas vezes, eu olhava no reflexo do vidro e lia o que havia tatuado em minhas costas: "Omnia Vincit Amor" e sentia até um remorso daquilo estar cravado na minha pele.
Pensava, por que é que eu havia feito aquilo, se na época, eu nem amava ou era apaixonada por alguém.
Tudo demora, mas encontra o sentido, encontra o tempo certo das respostas.
É o amor.
Amor naquilo que se faz, amor nas palavras, nas atitudes, no dia a dia.
Amor com o pai, com a mãe, irmãos, colegas, amigos e com aqueles que tu não simpatizas.
Sorrir, deixar entrar a felicidade nas suas entranhas e respirar pleno e aliviado.
Não pensem amigos, que estou delirando, principalmente aqueles que eu fui um tanto exagerado ríspida, cruel e ranzinza, mas hoje pensando bem, no que eu desejaria para mim em 2010, pensei que a única coisa que eu queria era ser mais FELIZ e para ser feliz é preciso estar em paz e com a alma repleta de amor.
Mais uma vez, mareja-me os olhos de lágrimas, pois como disse Caetano, cada um sabe a dor e a alegria de ser o que é, e quando se olha (nem que seja rapidinho), lá pra trás, todo mundo enfim deseja algo e eu desejo ser MAIS feliz, ter mais AMOR e espalhar mais amor por onde passo.
Ontem, assistindo o filme O Amor Acontece, das inúmeras frases as quais anotei daquele longa metragem, a mais tocante foi: "Ninguém anda pra frente com os olhos travados no retrovisor", no retrovisor vendo o passado e vendo o quanto se errou e o quanto não vivia feliz.
Senti saudade de mim, da minha alegria, do meu jeito de criança, da minha espontaniedade, dos sonhos que eu pertimia-me sonhar.
Senti saudade do meu esbanjar felicidade, da minha sempre confiança nas pessoas, no amar e doar-se sem 0lhar a quem. As horas nos machucam, os dias passam e marcam nos anos, tanta dor, arrependimento e sofrimento.
Passamos a conviver com o rancor, com a mágoa, com a autocondenação e com a tristeza. Passa o tempo, aí quando damos: - Graças a Deus!", que um ano terminou, percebemos que enfim ele passou, mas que muito do nossos lamentos são fruto, da nossa infelicidade, da nossa amargura que impedem que alegria nos proporcionem um novo olhar sobre os percalços.
Fazer só o que tiver vontade, quando tiver vontade, com quem vale a pena.
Aproveitar os bons momentos, pois os poucos momentos felizes são os que marcam, de tão raros que foram.
Deixar pra trás mágoas, rancores.
Seguir em frente.
Ser feliz.
Com muito amor.
Pra mim.
Pra toda a minha família.
Pra todos meus amigos.
Pra todos aqueles que não vão com a minha cara.
Viver.
Aproveitar cada momento, como mais uma vez me mandaram.
É acho que dessa vez eu aprendi, enfim.

All you need is love, como diziam os Beatles.
FELIZ 2011, com MUIIIIITO AMOR!